Confira as prioridades estratégicas para os CIOs

A volatilidade da economia e a velocidade das mudanças exigem que os CIOs estejam cada vez mais atentos aos desafios e oportunidades. E os pontos de atenção vão desde aplicação das tecnologias emergentes a ter maior atenção à equipe.

Os CIOs começam 2019 em meio uma economia global relativamente sólida, mas volátil. Esta volatilidade só desestabilizará ainda mais a posição muitas vezes delicada de assumir novos projetos digitais e realizar inovações em um ritmo acelerado, tentando reduzir custos. É uma situação um tanto “esquizofrênica”, observa um CIO.

Assim como no passado, os CIOs precisam tomar decisões difíceis. Uma das decisões importantes é sobre como transferir os investimentos que eram feitos em sistemas antigos para novos aplicativos, funcionalidades e tecnologias, a maioria em nuvem (inteligência artificial, blockchain, análise de dados), aumentando sua segurança, confiabilidade e escalabilidade. Nossa!

Nesta lista, a sétima anual com os 10 desafios mais importantes enfrentados pelos CIOs e as oportunidades que eles devem aproveitar neste ano, nos concentramos em diversas novas prioridades, mas também atualizamos algumas do passado. Como percebemos nos anos anteriores, a verdadeira mudança não acontece em etapas anuais específicas.

Suas prioridades podem variar com base no tamanho de sua empresa, seu setor, e/ou na vontade de mudança e na capacidade de investir da diretoria. Mas considere esta lista como um ponto de partida.

1. Explore novos modelos de negócios. Não basta digitalizar o que sua empresa já faz

Empresas de todo mundo gastarão em torno de 2,1 trilhões de dólares em tecnologia e serviços relacionados em 2019, para implementar e gerenciar suas iniciativas de “transformação digital”, calcula a IDC. Se estes enormes investimentos realmente causarem uma transformação, é melhor que eles desenvolvam modelos de negócio, fluxos de receita e relacionamentos com os clientes que sejam completamente novos e com base digital, em vez de somente digitalizar os processos já existentes.

Embora muitos CEOs falem sobre mudar o modelo de negócios de sua empresa nos próximos anos, são os CIOs que criam as bases, com as novas Internet das Coisas (Prioridade nº 4), inteligência artificial, gerenciamento de assinaturas e outras funcionalidades capazes de mudar o modelo de negócios. Entretanto, os CIOs também devem ajudar a definir a estratégia de negócios no nível da diretoria e do CEO. Responder ao apelo de “inove ou fique para trás” nunca foi tão urgente, mesmo que isso signifique desafiar suas principais estratégias e táticas empresariais.

Por exemplo, a viabilidade comercial da energia solar oferece oportunidades de negócios “sustentáveis” para os serviços da Exelon, que fornece eletricidade e gás natural para cerca de 10 milhões de clientes em cinco estados dos EUA (além do Distrito de Columbia), diz o CIO Mark Browning. A Exelon já fornece aos clientes um conjunto de informações e análises sobre seu consumo de energia, sobre a situação dos cortes de abastecimento e outras questões, mas também está tentando oferecer aos clientes ferramentas digitais para que eles avaliem se são bons candidatos para adoção de energia solar. A ideia é eventualmente conectar estes candidatos a um ecossistema de fornecedores terceirizados de energia solar por ela aprovados, servindo como uma consultoria em energia, bem como uma prestadora de serviços gerais, para instalação e suporte contínuo, comenta Browning.

Por que a Exelon migraria proativamente estes clientes para terceiros? “Nós analisamos outras empresas inovadoras, e as empresas que são pegas de surpresa são as que não se envolveram, que não participaram ativamente do processo”, continua. “Elas enfiam a cabeça na areia e esperam que a inovação não aconteça. Em vez disso, nos perguntamos como podemos nos envolver nisso, nos tornar parte disso, ajudar a moldar o futuro”.

2. Transforme o status quo sobre segurança da informação

Dois terços das 450 empresas pesquisadas recentemente pela Oracle e pela KPMG para seu Relatório de ameaças de nuvem disseram que suas operações foram prejudicadas por um incidente de segurança nos últimos dois anos, e mais da metade disse que já sentiu algum impacto financeiro relacionado a violações de segurança. Pelo segundo ano consecutivo, segurança é o principal problema de gerenciamento citado pelos CIOs e outros executivos de TI entrevistados pela Society for Information Management (SIM). Pelo quinto ano consecutivo, é a questão mais preocupante.

É muito ruim quando um hacker consegue acessar dados confidenciais sobre finanças, propriedade intelectual, clientes e/ou funcionários de uma empresa. Mas os desafios de segurança estão ainda maiores com a Internet das Coisas (IoT). Imagine as consequências terríveis de um hacker que explora a vulnerabilidade dos sistemas de carros autônomos, da rede de energia ou de dispositivos de saúde monitorados remotamente.

O fato de os dados terem ficado ainda mais difíceis de proteger faz com que as infraestruturas de TI das empresas se tornem cada vez mais complexas. Centenas de configurações diferentes para sistemas operacionais, bancos de dados, aplicativos, dispositivos e outros componentes que devem ser corrigidos regularmente pelas empresas. Calcula-se que 85% das violações de segurança aproveitam-se das vulnerabilidades do sistema para os quais haviam correções disponíveis há mais de um ano.

É por isso que 70% dos ambientes de segurança das empresas começaram a utilizar tecnologias de inteligência artificial/cognitiva pra ajudarem os humanos a lidar “com a escala e a complexidade cada vez maiores das ameaças cibernéticas”, relata a IDC. Por exemplo, as novas tecnologias autônomas, como bancos de dados com gerenciamento automático e outros serviços altamente automatizados das plataformas em nuvem, utilizam algoritmos de machine learning para se corrigir, ajustar, fazer backup e atualizar continuamente, sem a necessidade de intervenção humana, enquanto o sistema está em execução.

“Fica muito claro que o status quo na segurança da informação – diferentes sistemas, correções extensas, soluções, soluções pontuais – não está funcionando”, Escreveu o CEO da Oracle, Mark Hurd, em um artigo no LinkedIn. “A cada semana esta realidade fica mais evidente, trazendo críticas a outro CEO. Já passou da hora de as empresas começarem a lidar de outra maneira com este problema. A nuvem e os novos softwares autônomos podem ser a resposta que eles estão procurando.”

3. Envolva-se mais com o desenvolvimento dos produtos

Na Cummins, fabricante de mecanismos e sistemas de geração de energia em Columbus, Indiana, agora mais do que nunca, a CIO Sherry Aaholm coopera mais estreitamente com a CTO Jennifer Rumsey e com as equipes de engenharia da Cummins, mais até do que há um ou dois anos, em questões como segurança de produtos, confiabilidade, manutenção, tempo de atividade e outros aprimoramentos digitais.

Em uma das iniciativas, a equipe de Aaholm está trabalhando com as equipes de engenharia da empresa para realizar correlações multifatores nos dados de reclamação e garantia dos motores da Cummins e também em dados dinâmicos de seus motores, vindos dos veículos agrícolas e de mineração dos seus clientes. Esta análise de dados pode identificar como o padrão de uso de um mecanismo pode contribuir para o problema de um componente, ao passo que outro padrão não contribuiria.

O uso destas informações permitiu que a Cummins viabilizasse mudanças proativas de manutenção, reduzindo tanto o tempo de inatividade dos veículos quanto os custos de manutenção. O principal objetivo da Cummins é diminuir o número de reclamações de garantia, reduzindo assim as despesas associadas para cerca de 2% das vendas. No processo, a empresa começou a se relacionar com o cliente com maior frequência, às vezes em tempo real como provedora de serviços e de suporte.

“Estamos vendo uma mudança na forma em que a área de TI se envolve no desenvolvimento dos produtos”, diz Aaholm. “É muito diferente da forma como os fabricantes pensaram a área de TI. Historicamente, a área de TI deveria desenvolver sistemas de ERP e RH, entre outros, para oferecer suporte à empresa. Agora, com a Internet das Coisas e as análises avançadas, trata-se de fornecer valor. Não queremos gastar nosso tempo e dinheiro executando sistemas de ERP diariamente.”

Em vez disso, a Cummins está transferindo esse e outros aplicativos para a nuvem, transmitindo o peso da manutenção dos sistemas, da segurança e do tempo de atividade para fornecedores especializados, economizando tempo e dinheiro para a análise da Cummins e outros investimentos na área de TI, voltados para os produtos. “É preciso demonstrar valor”, enfatiza Aaholm. “O valor adicional que demonstramos até aqui motivou nossa equipe executiva a dizer ‘Precisamos ser ainda mais rápidos’.”

4. Aproveite todo o potencial da Internet das Coisas

O exemplo da Cummins é apenas uma das muitas histórias de sucesso envolvendo a Internet das Coisas. Os sensores estão ficando cada vez mais baratos. Está ficando cada vez mais comum obter conectividade confiável, principalmente com a chegada iminente do 5G. Com os provedores de soluções em nuvem, a capacidade de processamento de dados escalonável está muito próxima de se tornar realidade.

Agora, as empresas tomam decisões baseadas em percepções derivadas de dados coletados de todos os lugares, desde trilhos de trem, máquinas de fábricas, redes elétricas, e sistemas de iluminação até escovas de dentes e partes do corpo, a fim de aumentar a eficiência, a eficácia e a conservação de seus produtos e serviços.

Não existe área onde a importância e o potencial da IoT são tão grandes quanto na agricultura. A população mundial, atualmente em 7,2 bilhões de pessoas, está prestes a se tornar o dobro do que era em 1970, com apenas uma parcela dos solos cultiváveis. Ainda assim, o abastecimento de alimentos conseguiu continuar crescendo, parcialmente graças aos aprimoramentos na produtividade impulsionados pela IoT.

Os agricultores convencionais e os que trabalham com estufas estão implantando sensores que transmitem dados sobre onde exatamente a irrigação, os fertilizantes e outros insumos agrícolas estão funcionando ou não, ajudando os agricultores a otimizarem seus insumos e identificarem o melhor dia e hora para realizar a colheita. Estas análises de dados permitiram que os fazendeiros, especificamente os que trabalham com estufas, cultivassem alimentos utilizando um décimo da quantidade de água utilizada em um campo convencional ao ar livre, “e achamos que podemos fazer outros aprimoramentos na mesma escala”, diz o presidente executivo e CTO da Oracle Larry Ellison, que também é proprietário de uma empresa que constrói estufas robóticas. “A IoT vai revolucionar o setor mais antigo da história da humanidade”, disse Ellison no Oracle OpenWorld, em outubro. “Só contamos com mais de 7 bilhões de pessoas no planeta atualmente por conta de uma série de revoluções agrícolas, e esta é uma delas.”

5. Restrinja suas prioridades

Conforme mencionado na introdução deste artigo, um desafio constante para a maioria dos CIOs, entre o ritmo acelerado dos negócios e das mudanças tecnológicas, é analisar e filtrar a infinidade de prioridades “nº 1” que competem pelo tempo e pelos recursos das organizações.

“Administrar a demanda é provavelmente o maior desafio que enfrento”, disse um CIO, que calcula que o volume de novas tecnologias que seus parceiros comerciais pretendem implantar tenha dobrado nos últimos três anos, em um ambiente em que as empresas devem restringir seus custos. “Nós não dobramos o número de funcionários”, disse o CIO, “então tivemos de ser muitos criativos sobre como criar e formar uma equipe de projetos para ajustar-se à demanda.” E seu CEO deve oferecer suporte para que às vezes você possa dizer “não”.

Qualquer processo de priorização de TI deve levar em conta os seguintes fatores: Qual é a grande explosão do mercado para transformações relacionadas a outros projetos? Este projeto atenderá aos clientes ou só irá melhorar as coisas internamente? Quais projetos são mais urgentes? Quais projetos realmente exigem especialidade para serem executados? Este projeto produzirá resultados de longo prazo? Qual seria o custo total em caso de falha?

No último ano, citamos as palavras sábias do CEO da Raytheon, Kevin Neifert, que ainda fazem sentido hoje. Neifert recomendou que os CIOs descobrissem quais prioridades exigiriam seus esforços nota “A”, e em que áreas suas organizações poderiam recuar e obter apenas um C, para que elas não acabassem realizando trabalhos nota B, no geral. Ele submeteu sua equipe a este exercício de notas A/C ao definirem os objetivos para o ano seguinte, estabelecendo apenas três prioridades principais, nas quais a organização de TI deverá concentrar seus melhores profissionais e a maioria dos recursos.

6. Cultive uma cultura de inovação

Entre as questões de gerenciamento de TI mais importantes mencionadas pelos CIOs na mais recente pesquisa da SIM, está a inovação, que foi de prioridade nº 7, no ano anterior, para nº 4.

Na maioria das empresas, a inovação não acontece por si só, de forma orgânica; ela deve ser impulsionada. Empresas e organizações de TI inovadoras saem de seus caminhos naturais para desenvolverem uma variedade de habilidades e talentos. Elas também oferecem certa estrutura para a produção de novos produtos e métodos baseados em TI, que proporcionam uma vantagem competitiva. O desafio para os CIOs é tirar os funcionários de suas rotinas, definindo processos contínuos para a concepção e a promoção de novas ideias, sem criar torres de marfim povoadas apenas por poucas pessoas “especiais”. Os CIOs também precisam entender que as falhas fazem parte do processo, administrando-as da forma adequada.

Na Exelon, o foco está no futuro da energia e no que a empresa pode fazer para oferecer aos clientes as opções, a conveniência e o controle que desejam, diz o CIO Browning. Uma equipe de inovação criada na organização de TI agora é liderada pelo seu próprio vice-presidente, no grupo de estratégia da empresa. A equipe de inovação supervisiona um processo formal, em que as ideias são propostas, categorizadas e avaliadas, e as melhores delas são desenvolvidas, prototipadas e implementadas.

Enquanto os setores da Exelon participam deste processo de inovação durante todo o ano, o destaque fica por conta da exposição anual da empresa, a Innovation Expo, que foi realizada no ano passado no centro de convenções de Washington, D.C. E recebeu 4.000 participantes, inclusive todo o comitê executivo, diversos membros da direção, autoridades reguladoras, fornecedores selecionados e especialistas externos, observa o CIO de serviços da Exelon, Browning. Nestes eventos, os funcionários apresentam suas ideias em pequenos estandes. Em seguida, um subgrupo é escolhido para apresentar-se no palco, para um painel de jurados em uma competição parecida com a do programa “Shark Tank”, onde as ideias vencedoras são encaminhadas ao comitê executivo para serem analisadas e financiadas, de acordo com Browning.

7. Invista mais – e de forma mais criativa – em sua equipe

A definição de Einstein para insanidade – fazer a mesma coisa repetidas vezes, esperando resultados diferentes – pode ser aplicada aqui.

Os CIOs reclamam há anos da dificuldade em atrair e manter os poucos profissionais qualificados como cientistas de dados, especialistas em segurança, arquitetos de software, analistas de negócios – e agora, especialistas em blockchain. O talento está sempre entre as três principais preocupações citadas pelos executivos de TI na pesquisa anual da SIM. Apesar disso, muitos CIOs continuam dependendo dos mesmos procedimentos antiquados de RH. Isso é loucura.

Antes de mais nada, o CIO deve, na medida do possível, posicionar sua empresa como um local pra realizar trabalhos interessantes e transformadores, não apenas o lugar que paga seu salário. Ao entrar na Exelon, por exemplo, você terá a oportunidade de ajudar a criar o “serviço do futuro”. E, caso isso aconteça, com quais tecnologias você vai trabalhar, quais treinamentos receberá e que oportunidades de carreira podem se apresentar pelo caminho?

Para tanto, você já conectou sua empresa de TI à comunidade local de start-ups de tecnologia, e já está procurando profissionais sem experiência nas faculdades e universidades, que não estão no radar da maioria dos outros empregadores? Você está avaliando profissionais recém-graduados, que não têm graduação em tecnologia, visando trazer para sua empresa pessoas qualificadas em design thinking, gestão financeira, comunicação e outras habilidades importantes? Você considera criar centros de tecnologia onde os profissionais de tecnologia estão (assim como a General Motors fez em Austin, Atlanta e Phoenix, além de sua sede em Detroit), em vez de esperar que os profissionais se mudem para perto de sua empresa? Você está usando O software mais recente de recrutamento de RH em nuvem, com uma plataforma de machine learning?

Você definiu um programa interno de mentoria? A área de TI da Exelon desenvolveu uma ferramenta de software, originalmente chamada My IT Academy que, por fim, a área de RH da empresa assumiu e implantou em toda a empresa. O CIO Browning descreve a ferramenta como uma combinação do Facebook, do LinkedIn e do Monster.com, conectando pessoas com qualificações semelhantes, convidando líderes para definirem seus próprios planos de carreira para que outros possam seguir e concedendo selos para os funcionários, por suas importantes contribuições ao site. “A ferramenta visa oferecer aos funcionários uma sensação de que eles são donos de suas próprias carreiras”, diz Browning.

8. Adote o ritmo acelerado das mudanças

É mais fácil falar do que fazer, obviamente. Mas a verdade é que a velocidade dos negócios continua aumentando e a área de TI precisa acompanhar este ritmo – e até mesmo sair na frente.

Aaholm, CIO da Cummins, conta que se envolveu ativamente com o comitê executivo e com a diretoria para obter novas ideias sobre como fazer os negócios avançarem, em vez de esperar para seguir ordens. É um bom conselho para todos os CIOs.

Outro CIO fala em adotar o ritmo acelerado das mudanças, para criar uma “mentalidade digital”. Isso começa ao usar plataformas, ferramentas e infraestrutura de desenvolvimento em nuvem para lançar novos ambientes de desenvolvimento de aplicativos em minutos, implantar rapidamente novos recursos, mesmo que imperfeitos, em etapas interativas e, quando a mudança for necessária, seguir rapidamente para outros projetos.

A maioria dos CIOs entende esta prioridade. Os participantes da última pesquisa da SIM classificaram “agilidade/flexibilidade”, parentes próximas da velocidade, como a quinta maior prioridade, em comparação à 10 posição no ano anterior. Mas, como a autora norte-americana Lisa Lutz disse uma vez: “Nossa capacidade de adaptação é impressionante. A nossa capacidade de realizar mudanças não é tão surpreendente.”

9. Faça avanços na receita e nos lucros

Óbvio demais? Bem, algumas das prioridades acima são conceitos avançados, então vamos finalizar a lista em termos muito práticos.

Como Aaholm e Browning enfatizaram, os CEOs julgam seus CIOs com base nos resultados comerciais que eles ajudam a produzir, e o resultado final esperado nos negócios é obter lucros nas receitas e reduzir custos, o que é muito importante em um momento em que a economia mundial começa a desacelerar.

Hurd, da Oracle, deu uma ideia sobre a visão do CEO sobre as tecnologias emergentes no final do ano passado, na Conferência da Blockland Cleveland. Durante seu discurso, Hurd aconselhou os avaliadores de blockchain do público a analisar as tecnologias emergentes com base no valor de negócios que elas podem oferecer. Por exemplo, elas permitirão que sua empresa reduza a falsificação, a fraude e o roubo em sua cadeia de fornecimento existente, levando a maiores receitas e clientes mais satisfeitos?

Esse é o tipo de história sobre tecnologia que você quer contar para seu CEO, diz ele. “Não seria necessário insistir muito para que eu dissesse, ‘Está bem, vamos lá. A gente consegue fazer isso de manhã?’”.

Artigo escrito por: Rob Preston – Diretor Editorial da Organização de Conteúdo Oracle

Fonte: Blog Oracle

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