Como a cocriação pode impulsionar a inovação

Processo colaborativo ajuda as empresas a entenderem melhor os seus problemas e desafios na busca por novas ideias e conceitos.

Em um mercado cada vez mais disputado e desafiador, já é consenso que a cocriação pode ajudar as empresas a superar os diferentes obstáculos na busca por inovação. Essas dificuldades incluem a volatilidade, a incerteza, a complexidade e a ambiguidade presentes no mundo atual, como aponta o termo “mundo VUCA” (do inglês: volatility, uncertainty, complexity, ambiguity ou volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade), em alta no ambiente corporativo.

Por meio de um processo coletivo de criação e desenvolvimento de ideias, seja em conjunto com clientes ou com profissionais de outras áreas, é possível compreender melhor os problemas e, ao mesmo tempo, promover uma troca de experiências entre pessoas de diferentes segmentos. Desta forma, as companhias podem realizar mais facilmente a tão falada mudança de mindset, essencial para alcançar uma transformação verdadeira.

Realizado em parceria com a sueca Hyper Island, uma das escolas de criatividade mais renomadas do mundo, o Oracle Trends levou uma proposta diferente para as cidades da América do Sul pelas quais passou no início de novembro: Bogotá, Buenos Aires, Cidade do México, Lima, Santiago e São Paulo. Nos encontros, que contaram com a presença de profissionais de TI e de finanças, os especialistas da Oracle e da Hyper trabalharam para promover sessões participativas, de forma a mostrar na prática a importância da cocriação para nos ajudar a ver as coisas de uma forma diferente e alcançar a inovação.

Muitas empresas vêm alcançando sucesso nos últimos anos mesmo em meio ao já citado “mundo VUCA”. Um exemplo é o Waze. Uri Levine, um dos cofundadores da plataforma, é inclusive responsável por uma das frases mais repetidas a respeito desse tema. Para a revista Wired, ele disse que é preciso “se apaixonar pelo problema, não pela solução”.

Neste sentido, a Hyper, que também é conhecida como “Harvard digital”, aplicou a sua metodologia baseada em colaboração, dividindo os participantes em grupos para trabalharem em conjunto em busca de respostas sobre quais são os “Jobs To Be Done” (trabalho a ser feito, na tradução livre) dos profissionais de TI e de finanças neste novo cenário.

Para além de iniciativas de trabalho colaborativo, também foi discutida a importância cada vez maior do conceito de polivalência no mercado atual, no sentido de mudanças de cultura corporativa. Como exemplo, foi destacada uma frase do escritor americano Alvin Tofler, que diz o seguinte: “O analfabeto do século XXI não será aquele que não consegue ler e escrever, mas aquele que não consegue aprender, desaprender, e reaprender”.

Fonte: Blog Oracle

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